Comunic'Arte

Não falar para o seu século é falar com surdos. [La Fontaine]

Comunicação Empresarial, por Carlos José Teixeira

Emprego | Gostarias de Ser Explorado?

Jovem! Se te sentes capaz de escrever um artigo por semana, completamente gratuíto e responder aos possíveis comentários e e-mails que te enviem Se achas que ganhar dinheiro não é o mais importante e és suficientemente inocente para acreditares fortemente nessa ideia Se és um dos últimos bloggers que acredita que esta paixão se resume à partilha de conhecimento e à conversa infinita ALISTA-TE! Estamos à procura de quem perceba umas coisas de: Media Social; PR Measurement; Relações com Media; Case studies; entre tudo o mais que possa vir. Já sabes: participa activamente neste blogue. Nós garantimos que ganharás nada mais... nada mais. Excepto a nossa infinita consideração - e a dos leitores.

Marketing | Cuidado com o Narcisismo

Brian Clark deixa o aviso no Copyblogger. The first warning sign is when people speak in absolutist terms without qualification. If there’s no “it depends on the market” or “this works for lawyers in the Midwest but not on everyone, everywhere,” be wary. This is a good indication you’re staring into the deep, still water of marketing narcissism. And if you become transfixed with your own reflection when encountering that pool of bad advice because it matches your own personal preferences, you’re about to become a victim, too. Some aspects of sales and marketing are universal, and those are based on human psychology. So it’s no surprise that the scariest forms of narcissistic marketing ignore the fundamentals of human nature based on an idealistic notion that “it shouldn’t be that way because I personally don’t like it.”

Media Social | E os Blogues das Empresas de RP?

Salvaguardadas algumas excepções, quem fala do meio, no meio? Isto é, qual dos blogues de RP do burgo aborda com profundidade o assunto dos media sociais, dando a sua opinião acerca do assunto, ou produzindo material que sirva de referência? Bom, sou obrigado a confessar que todos, de uma forma ou de outra, abordam a temática. No entanto, parece-me não existir, na maioria deles, uma opinião formada em relação ao assunto. Nenhum deles, à semelhança do que praticam os blogues estrangeiros – aonde vão, de resto, recolher a informação que disponibilizam -, parece disposto a apostar nas ferramentas de media social como uma fatia de negócio assumida, pelo menos publicamente.

Cadeia de Valor | A Cadeia de Valor 2.0: Chamando o Consumidor

Quando os consumidores se tornam stakeholders activos na economia, tornam-se parte integral do valor do processo de criação. Uma nova dimensão é, então, aberta: a "Cadeia de Valor 2.0". Esta dimensão é, em certa medida, a continuação do conceito de cadeia de valor estabelecido por Michael Porter em 1985. No entanto, desta vez o foco está na economia participativa. A cadeia de valor 2.0 leva em linhe de conta o consumidor activo na produção de valor, em todos os níveis de actividade de uma companhia. Desta forma, chamamos ao consumidor activo "ConsumActor", para indicarmos esta realidade. O ConsumActor actua em duas dimensões, como: criador de contexto [acção] criador de conteúdo [conhecimento] Verifica-se o quão profundamente esta transformação na direcção do "customer empowerment" afecta a economia, especialmente nas indústrias baseadas na Internet. A representação clássica da cadeia de valor de Michael Porter necessita, por isso, de ser repensada. Como pode a antiga cadeia de valor integrar as realidades não-lineares e complexas da economia participativa? O diagrama da cadeia de valor 2.0 apresentado propõe uma adaptação da antiga cadeia de valor à economia directa.

Direito Comercial | Noções Preliminares - Concepções Subjectivista e Objectivista

No Direito Comercial assiste-se ao confronto de duas posições: Concepção subjectivista: A primeira concepção que surgiu a definir o objecto e âmbito do Direito Comercial foi a subjectivista. Segundo esta concepção, o Direito Comercial é o conjunto de normas que regem os actos ou actividades dos comerciantes, relativos ao seu comércio. Concepção objectivista: Nesta concepção, o Direito Comercial é o ramo do Direito que rege os actos do comércio, sejam ou não comerciantes as pessoas que os pratiquem. Ambas as perspectivas surgem-nos no Código Comercial Português de 1888, nos seus artigos 1º e 2º, dos quais se faz seguidamente a interpretação.

O Lago, por Alexandre Gamela

Páginas Amarelas 3.0 | Yellow Pages 3.0

As Páginas Amarelas devem ter visto o caso mal parado quando apareceu a internet. Ou talvez não. Só sei que em Portugal, o livro com mais personagens e lugares mas com o pior enredo do mundo conseguiu  criar uma presença online de respeito e tremendamente funcional: ele é mapas, contactos de email, sites das empresas [...]

Estagiários de Jornalismo, isto é para vocês | Journalism trainees, this is for you

Eu como estou numa de mudar de vida, ando a ver se melhoro o meu currículo, o site, o portfolio, porque num mercado de trabalho tão competitivo e em tão más condições, qualquer forma de se fazer o nosso bom trabalho notado tem que ser posta à consideração. Sobre isso hei-de escrever mais tarde. Mas [...]

Contadores de histórias ou fornecedores de informação? | Storytellers or information providers?

Pat Thornton, o Iconoclasta, questiona se os jornalistas são contadores de histórias ou fornecedores de informação. Ele assume-se claramente como o segundo: “De facto, eu não sou muito bom a contar histórias. Mas posso vos dar muitos factos, números e informação”. Eu concordo com a ideia de que nem todos os jornalistas sabem contar histórias, [...]

Planear o vosso projecto Web | Planning your web project

Neste momento devo ter uns três ou quatro projectos para websites para desenvolver. Por isso percebo bem o post do Ryan Sholin que fala na colaboração entre criadores, programadores e designers. Cada pessoa tem as suas próprias ideias e linguagem, por isso o criador tem que saber explicar o que pretende com o website,que funcionalidades [...]

Aprendam e partilhem | Learn and share

Estamos numa época de pioneiros, não é a primeira vez que digo isto. E como em qualquer época destas, as descobertas vão sendo feitas ao longo do caminho que se vai desbravando, para que os outros que se seguirão tenham a cartografia feita, as dificuldades assinaladas, o benefício da experiência alheia. Para isso é preciso [...]

Noticiare, por Flávia Paluello

O futuro é agora

É fundamental que as empresas de relações públicas percebam que não podem deixar o futuro passar. Me refiro assim, à aplicação das medias sociais à todas as vertentes e departamentos dentro de uma consultora de comunicação. Uma das principais é, justamente, a gestão de crises. Isso se quiserem sobreviver às previsões devastadoras da crise mundial [...]

Geeks - artigo masculino?

Hoje pela manhã ao ligar o portátil e abrir o Twhirl para iniciar os trabalhos do dia apercebi-me de que sou uma das poucas senhoras do meu próprio grupo de contactos (no máximo dez ladies em cerca de cem). Portanto,  iniciei o dia no Twitter com um “Muito bom dia senhores”. Mas o facto de [...]

Outra resposta indignada

Quando comecei por escrever blogues, ainda corria o ano de 1998, estava no primeiro ano do curso de licenciatura e utilizava o diário virtual para refrescar a cabeça dos estudos e registar as minhas impressões sobre aquele momento da minha vida. Tal blogue foi apagado após os anos da faculdade por entender que não fazia sentido [...]

Ligação do dia

Geoff Livingston’s a respeito da necessidade dos avisos sobre e entradas pagas que vêem justamente de encontro aos debates no ptblogs.

Apdeites V2, por João Pedro Graça

Do direito à asneira

Segunda-feira, 30 de Junho de 2008 A pretensa imunidade penal da blogoesfera O colaborador de um blogue suspenso por ordem judicial, no seguimento de um pedido de providência cautelar por queixa de difamação, acusou a suspensão de ser uma «medida prepotente, autoritária e fascistóide». Não tem nenhuma razão, porém. Uma difamação ou uma injúria num blogue não [...]

Aula de História contemporânea

«Entrevista completa (1:20, em 9 partes no YouTube) com Yuri Alexandrovitch Bezmenov (*1939 +1997), desertor da KGB e funcionário da agência Novosti. O entrevistador é o autor e comentador político G. Edward Griffin. O ano da entrevista é 1984.» Utiizador YouTube: hermitcleric Cinco anos antes da queda do Muro de Berlim (1989) e quando ainda nem se [...]

Baforadas

Dutch coffee shops weed out tobacco But now, there is a cloud on the horizon. From Tuesday 1 July, the Dutch will impose a nationwide ban on smoking tobacco in cafes, bars and restaurants - meaning any joints rolled using tobacco will be illegal. Strictly speaking, marijuana is illegal as well - but it is [...]

Razão de combate

«— Ó Amaro, você está aí? — Que temos? O padre Natário fechou a porta, e atirando os braços para o ar: — Grande novidade, é o escrevente! — Que escrevente? — O João Eduardo! É ele! É o liberal! Foi ele que escreveu o Comunicado! — Que me diz você? fez Amaro atónito. — Tenho provas, meu amigo! Vi o [...]

Tubarões e Esquilos

Virgin Media dá bronca e ameaça cortar ligação à Internet de 800 partilhadores [Remixtures]

Foi há pouco menos de um mês que o ISP britânico Virgin Media e a British Phonographic Industry (BPI) deram as mãos para uma campanha “pedagógica” contra a partilha ilegal de música envolvendo o envio de cartas em nome de ambas as partas alertando os clientes da Virgin apanhados em falso dos para as eventuais [...]

O animal da floresta [Modus vivendi]

De madeira lilás (ninguém me crê) se fez meu coração. Espécie escassa de cedro, pela cor e porque abriga em seu âmago a morte que o ameaça. Madeira dói?, pergunta quem me vê os braços verdes, os olhos cheios de asas. Por mim responde a luz do amanhecer que recobre de escamas esmaltadas as águas densas que me deram raça e cantam nas raízes do meu ser. No crepúsculo estou da ribanceira entre as estrelas e o chão que me abençoa as nervuras. Já não faz mal que doa meu bravo coração de água e madeira. Thiago de Mello

Speedlink [Certamente!]

Recomendações de leitura para hoje. ≈ Tony Hayward, da BP, refere ser “um mito” falar da especulação como causa da alta dos preços e Jeroen Van Der Veer, da Shell, sublinha que o problema está nos “fundamentais”: “O petróleo fácil é muito limitado. Muito do novo petróleo será difícil”. Duelo em Madrid sobre o que [...]

Traffic shaping de P2P encriptado via SSH a caminho [Remixtures]

Até há pouco tempo julgava-se que as ligações encriptadas de rede com recurso ao protocolo SSH (Secure Shell) eram totalmente invulneráveis a quaisquer tentativas por parte dos fornecedores de acesso à Internet de desacelerar ou mesmo bloquear transferências realizadas através de redes P2P como a BitTorrent recorrendo a técnicas de traffic shaping. Recentemente, contudo, um grupo [...]

Reconquista [Aspirina B]

As obras públicas financiaram os partidos e seus quadros, os quais ocuparam executivos e autarquias, e estas entidades desviaram, legal mas antipatrioticamente, o dinheiro dos contribuintes para as obras públicas. Ganharam os empresários e os políticos, fez-se a típica corrupção a coberto dos interesses de todos e que a todos envolve, que todos aceitam, incluindo [...]

Caro Primeiro Ministro, concentre-se nisto que é o essencial [Certamente!]

Caro Primeiro Ministro, gostei de o ver na televisão, a sua determinação é um valor seguro, pode falhar ou triunfar, por si (que não conheço) ou pelo seu partido (que não é o meu) é-me indiferente, mas pelo país espero que triunfe. E para tal lhe digo, pois sei que há muito acessório por aí [...]

TV: “O quarto é para dormir e amar” [Miudagem]

Eu não sou grande exemplo para falar sobre a televisão e os miúdos. Ou melhor, sou eu que lhes escolho/limito o tipo de programas ou canais e estou sempre por perto enquanto as filhas estão a ver desenhos animados. Mesmo assim, sei que ligo muito o televisor para quase todas as ocasiões domésticas… e, com frequência, [...]

O SALGADOR DA PÁTRIA ANUNCIA NOVO SALGADOR… [O Salgador da Pátria]

O nosso diário digital de referência está a crescer! Finalmente podemos adiantar que tivemos dinheiro para contratar um novo jornalista. Chama-se Mau-Feitio e bastou pagar-lhe quatro cervejas para convencê-lo, o que ainda ficou caro para o nosso modesto orçamento. No entanto, o nosso novo colaborador apresentou logo uma novidade excelente, é que, pelos vistos, José [...]

“É urgente recolocar tráfego low cost” [LowCost Portugal]

“É muito importante aumentar a capacidade e qualidade. É urgente recolocar tráfego low cost. E é preciso considerar investimento faseado no novo aeroporto de forma a não desperdiçar investimento efectuado e em curso na Portela”. Paulo e Azevedo, CEO da Sonae ao IOL Diário

The Big Chair: A Revista Onde Estão os Empregos de Top [PubADdict]

Muito esta campanha de promoção da revista australiana The Big Chair, uma revista dirigida a quadros empresariais de topo. Partilhar esta Entrada

Modelos de mãos nuas trepam em pau de sebo em programa de TV comendo coxa de galinha e chupando picolé para provar que rola de mulher ser o sexo forte [Tecnologia & Cinema]

Ok, um título que não diz nada com nada. Segundo o blog do Cassano, uma pesquisa do Google apontou este título como o mais procurado de toda a internet. Em tese, ao colocar este título, receberei uma chuva de visitas. Eu só acredito vendo. Então pus a prova o Blog.

Emprego e direitos sociais: nova agenda da UE [Dados pessoais]

A apresentação das novas medidas pela Comissão coincide com a publicação dos resultados de um inquérito de opinião, demonstrativo de algum pessimismo: 49% dos europeus consideram que a vida será mais difícil nos próximos vinte anos. A nova “agenda social” da UE apresenta medidas destinadas a: • facilitar o acesso dos doentes aos cuidados de saúde [...]

Neil Young quer dar cabo do iTunes com plataforma multimédia baseada em Java [Remixtures]

Neil Young ficou tão entusiasmado com o trabalho que os engenheiros da Sun fizeram para a sua série de arquivos multimédia em forma de dez discos Blu-Ray apresentada em Maio durante a conferência JavaOne que agora ele quer convencer as editoras discográficas a comercializarem conteúdos dos seus artistas no mesmo formato através de um nova [...]

Regime aplicável ao serviço operacional dos bombeiros voluntários. [Dados pessoais]

No DR 127 SÉRIE I de 2008-07-03, é publicada a Portaria n.º 571/2008, do Ministério da Administração Interna, que define o regime aplicável ao serviço operacional dos bombeiros voluntários. A este respeito, cabe referir que o Decreto-Lei n.º 241/2007, de 21 de Junho, já definiu o regime jurídico aplicável aos bombeiros portugueses no território continental, incluindo [...]

As chaves de São Bento. A ler [Certamente!]

As Chaves de São Bento, por Diogo Vasconcelos em A geração de 60. A ler. A quem serão entregues as chaves da Casa Branca no dia 20 de Janeiro de 2009? E as de São Bento, daqui a um ano e meio?

Famílias monoparentais: aumento do abono para crianças e jovens [Dados pessoais]

No passado dia 1 de Julho, entrou em vigor o Decreto-Lei n.º 87/2008, D.R. n.º 102, Série I de 2008-05-28, do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social. O diploma veio alterar o Decreto-Lei n.º 176/2003, de 2 de Agosto, introduzindo uma majoração ao montante do abono de família para crianças e jovens, no âmbito [...]

Transavia movimenta mais passageiros para Djerba [LowCost Portugal]

A Transavia aumenta neste Verão a sua capacidade para Djerba (Tunísia). Três voos suplementares são propostos a partir do aeroporto de Paris (Orly) e pretendem responder ao crescimento de procura de férias neste destino mediterrânico. A partir deste aeroporto, a Transavia voa para Porto, Funchal e outros 17 destinos. Fonte: Quotidien du Tourisme

Manuela Ferreira Leite sabe melhor que eu que o TGV e o aeroporto se farão [Certamente!]

Manuela Ferreira Leite diz que o Estado não tem dinheiro para pagar o TGV e o aeroporto. É difícil ver aqui uma posição para quem “está” activo na economia. Como sintetizou João Villalobos em Como a clara do ovo (Corta-fitas), “porque contraria o anunciado novo ciclo do betão (ou obras públicas que no fundo são [...]

União aduaneira: 40 anos [Direito & Economia]

A 1 de Julho de 1968, seis países (Alemanha, Bélgica, França, Itália, Luxemburgo e Países Baixos) aboliram os últimos direitos aduaneiros à circulação de bens entre as suas fronteiras, criando assim a união aduaneira europeia. Além de eliminar as barreiras comerciais entre os países membros da organização que se veio a transformar na União Europeia, [...]
 

Fórum

Artigos interessantes

Para quem quiser pode acompanhar os artigos que separo como interessantes no minha conta do del.icio.us. Costumo marcar para depois ler textos sobre comunicação, relações públicas, gestão de crise,...

Tag: interessantes, artigos, marcadores, del.icio.us

Iniciado por FlaviaPM em Internet 11 Jun.

Leituras 1 resposta 

E que tal colocarmos por aqui as nossas leituras habituais na Internet? Aquelas que povoam os vossos leitores RSS e a lista de favoritos, relacionadas com o nosso "negócio"?

Tag: links

Iniciado por Carlos José Teixeira em Internet. Última resposta de FlaviaPM 9 May.

Acerca dos Membros 3 respostas 

Este é o local para publicarem algo acerca de vocês próprios: o blogue ou site que mantêm, experiências profissionais ou académicas, estudos, dissertações, enfim, tudo o que acharem interessante e ...

Iniciado por Carlos José Teixeira em Generalidades. Última resposta de FlaviaPM 7 May.

Mensagens de blog

Back in Business!

Olá, boa tarde. Tenho andado arredado da net. Compromissos e outras coisas têm impedido uma actualização daqui do Comunic'Arte e dos meus blogues. Entretanto, coisas novas vão acontecendo: os clippings estão a rodar e há mais gente para dar as boas vindas: Patrícia, viva! Instala-te por favor. Rodolfo, dono do Continuar

Publicado por Carlos José Teixeira em May 26th, 2008 às 12:47 — Sem comentários (Adicionar)

Clipping com Problemas

O Clipping que está abaixo vai estar suspenso durante algum tempo. Actualmente, este está a ser feito com recurso ao "Fábrica de Clipes" e aos meus itens partilhados do meu GoogleReader, sendo que utilizo cada um deles com propósitos diferentes. Aparentemente, tanto um como o outro - ambos produtos Google - estão a dar problemas. E das duas… Continuar

Publicado por Carlos José Teixeira em May 9th, 2008 às 9:00 — Sem comentários (Adicionar)

Curiosidades

20 por cento OS LEITORES de uma página Web lêem apenas cerca de 20 por cento do seu conteúdo, explica Jakob Nielsen no seu artigo How Little Do Users Read? Harvard Law School goes open access! Harvard Law School just became the first law school to commit to open access (free publication with copy/share friend… Continuar

Publicado por Carlos José Teixeira em May 8th, 2008 às 12:22 — Sem comentários (Adicionar)

Mais boas vindas!

à Sandra, ao Cláudio, à Curiosa [sabes o que aconteceu ao gato?], à Fernanda, @ Ftales, à Arminda S [e que tal escrever umas coisinhas?], ao Guilherme. A Tod@s as nossas boas vindas ao "clube". Usem e abusem, o fórum necessita de alimento. Aos que possuem blogues, por favor informem o URL do RSS Feed, podem colocá-lo no fórum, em "Acerca dos Membros". Bom, sintam… Continuar

Publicado por Carlos José Teixeira em May 8th, 2008 às 11:49 — Sem comentários (Adicionar)

Curiosidades

The Variance of Corporate Social Media Policies Our research indicates that 2/3rds of US online Youth (ages 12-17) use social networks at least monthly, and 20% of teens use them daily. (Q4, 2007) There’s no indication that I’ve seen that the adoption will decrease as they enter the workforce. David Churbuck is a web strategist at Lenonvo computers, and [...]… Continuar

Publicado por Carlos José Teixeira em May 7th, 2008 às 16:30 — 1 Comentário (Adicionar)

Clipping

Póvoa online, Póvoa offline

© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. Blogues: Autarca da Póvoa de Varzim admite pedir fecho de blogue que substitui outro encerrado pelo tribunal 2008-06-30 10:56:03 Porto, 30 Jun (Lusa) - O presidente da Câmara da Póvoa de Varzim garantiu hoje que pedirá o fecho do blogue povoaoffline, se este prosseguir o caminho do seu [...]

A New Corporate Blogger is Born

FF_108_kingpin1_fA few weeks ago, with the gorgeous Olympic Mountains as a backdrop, I was sitting in a meeting with my client, RealNetworks CEO Rob Glaser, along with Bill Hankes, the company’s VP of Corp Comms.  We were talking about Social Media; about the need for engagement; about our progress to-date.

I pointed to the launch of RealPlayer11 as an example of a “pretty good” success.  RP11 launched last year with supercool features like the ability to download DRM-free videos in virtually any format to your hard-drive, i.e., you could build your own YouTube library.  RP11 was also free of the old bloatware and upsell pop-ups that plagued earlier, flawed versions of the videoplayer. 

But, those previous versions of RP had burned a lot of bridges with online consumers.  Although the coverage by bloggers and mainstream writers was generally positive, the subsequent comments by end-users were invariably bitter.  One commenter went so far as to suggest that “Every time you launch RealPlayer, God kills a kitten.” (And worse, if you can believe that.)  Harsh!

But, we’d seen it coming.  Although never as promptly nor as broadly as we would have liked, we did do our best to ensure that the RP11 product manager responded to those posts (with sincere mea culpas for past indiscretions).  We also encouraged him to start-up his own temporary RealPlayer Blog to candidly address complaints.

Glaser agreed that our RP11 effort had been as successful as possible, given that our spokesman had been nominally available to help us out.  “How do we do better over time?” he asked.

At this point I made my pitch for a full-time Community Relations position.  The last year had been an exciting one for Real in terms of rehabbing its reputation through better offerings (including today’s news of the Rhapsody MP3 store), but, by taking a largely top-down, mainstream-media focused approach, the Company would never experience the groundswell of consumer support it needed to truly thrive.  (I should note that this pitch had the full and enthusiastic support of the VP of Corp Comms!)

To his credit, Glaser didn’t even blink.  “Do it,” he said, automagically funding fresh headcount for the Corp Comms group.  “Write-up the job description and make it happen.  Just make sure you hire the right person.”

I grabbed Bill’s arm and scurried out of there before Glaser could change his mind.  I knew exactly who they should hire for this newly-minted role.

N562430528_2701331_3876So let me introduce you to Lacy Kemp.  She’s held a variety of roles at RealNetworks, from admin to media producer.  I got to know her when she was Bill Hankes’s assistant.  Lacy was far from typical: she was edgy, funny, savvy, smart, engaged.  She quickly made her mark within Real; she was well-known and universally applauded.  She maintains a personal blog but is just getting started with Real’s “official” blog and Twitter account.

We’re just now getting Lacy set up with professional monitoring tools, a reading list, a Flipcam, etc.  It’s premature to expect immediate changes on Lacy’s watch, especially at such a large company – but for my part, I am enthused to know that someone as approachable and cool as Lacy Kemp will be a new, public face. For Real.

How to Collect Tons of Testimonials with the Secret “SPURF” System

Testimonial

In the world of selling, you can use testimonials – among other techniques – to take advantage of the principle of “Social Proof.” According to this principle, all of us look to others to help us decide how to act. The more people doing it, the more correct it seems.

I illustrated this idea recently in part 1 of this series, Testimonials and Teenagers Whizzing in the Bushes: The Power of Social Proof.

Few people, however, make an effort to collect testimonials and keep them on file. So let’s look at a simple system I’ve developed to gather testimonials from your customers.

Just remember four letters: S.P.R.F. (pronounced “spurf”). It’s short for Schedule, Phone, Release, and File.

Using The “Spurf” Testimonial System

Testimonials work best when they are believable, specific, and enthusiastic. How do you achieve this ideal? You use real testimonials from real people.

I know that some people believe you should write your own faux testimonials. But that’s a slippery slope. The whole idea of testimonials is that they are objective endorsements of your product or service. So if you write them yourself, you don’t have anything like objectivity. What you have is a lie. And if you’re willing to lie about testimonials today, what will you be willing to lie about tomorrow?

What about writing testimonials and getting real people to sign off on them? I don’t have an ethical problem with that. Often, people don’t express themselves well in writing. Penning your own certainly lets you say what you want to say.

However, using the real words of real customers is the best long-term approach. Your customers will say things you could never dream up on your own. Their comments are often quirky and have a ring of truth that few copywriters can match.

Plus, real testimonials are a source of creative inspiration and a valuable peek into the opinions and motivations of the most important people in the world: your satisfied customers.

Here are the four steps in the Spurf system:

1. SCHEDULE. Make a commitment to bring in testimonials once a month, once a quarter, twice a year, or on whatever schedule you choose. You may even want to set quotas – 2 new testimonials a month or 10 testimonials for each promotion you do. The specifics are less important than your commitment to the routine. Just make sure your schedule is realistic and productive.

2. PHONE. Call a portion of your customer list according to your schedule. If you operate solely online and don’t have phone numbers, contact people by e-mail. You can even use snail mail if you have addresses.

Start by saying something flattering, such as, “The president of our company has personally asked for your opinion. Would you mind telling me what you think about our widget?”

Ask a few easy questions to elicit responses that are either positive or neutral in tone: When did you receive your widget? Did your widget arrive in good condition? Have you used it (tried it, tasted it, read it, worn it) yet?

Then ease into the real questions: What is your opinion of your widget? Why did you buy your widget? What is the one feature you like most? How has your widget saved you time (or money, or trouble, or embarrassment, or whatever)?

Keep it short. Write down (or electronically record) every word, even the bad comments. Get dates, numbers, names, and other facts that make testimonials sparkle with specifics.

3. RELEASE. When you get a good comment, write it up and send it to your customer. Include a message that says something like, “I was so impressed with your comment, I just had to write and say, ‘thank you.’ In fact, your kind words were so valuable, I’d like to quote you in our advertising. Do you mind?”

Ask the customer to sign a formal release (if you have one) or give you written permission to use the testimonial without limitation forever. If you like, you could send a small gift as a token of your appreciation. This assures you will get more “yes” replies to your request.

4. FILE. Organize and store your testimonials in a central location. You can print them and put them in a file folder or store them on your computer. The latter idea is best. Once you get a lot of testimonials, you’ll be able to do key word searches when you’re looking for a particular comment or subject. You can quickly cut and paste testimonials when it comes time to write copy.

Of course, no matter how aggressive you are in getting testimonials, you should also provide a way for people to share their thoughts with you at other times as well. And you should be prepared to record and file any unsolicited testimonials whenever they come in.

On your website or blog, provide an interactive form or e-mail link for feedback. Often the only unsolicited comments you’ll get are complaints, so don’t be shy about asking for testimonials outright.

Once you have a system in place, you’ll find that getting testimonials is easier than you thought. You may even come to enjoy it. But the real payoff comes when it’s time to create a promotion and you have a pile of powerful testimonials ready to go.

Still to Come…

In the next installment in this series, you’ll discover how to use testimonials once you have them and how to go beyond the standard testimonial to put the principle of Social Proof to work in many other ways.

About the Author: Dean Rieck is a leading direct marketing copywriter. For more copywriting and selling tips, sign up for Dean’s FREE direct response newsletter or subscribe to the Direct Creative Blog.


Teaching Sells Free Report

Aprendam e partilhem | Learn and share


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Estamos numa época de pioneiros, não é a primeira vez que digo isto. E como em qualquer época destas, as descobertas vão sendo feitas ao longo do caminho que se vai desbravando, para que os outros que se seguirão tenham a cartografia feita, as dificuldades assinaladas, o benefício da experiência alheia. Para isso é preciso que haja gente que seja simultaneamente aluno e professor.

O Novo Jornalismo está a ser definido aos poucos por pessoas que arriscam, tentam e falham, até terem sucesso. O News Videographer tem um post dedicado a alguns destes heróis das redacções, que estão a tentar partilhar os seus conhecimentos que vão adquirindo no dia a dia com os seus colegas ou com quem quiser ouvir. Se conhecerem mais links ou recursos onde qualquer um pode aprender mais sobre jornalismo multimédia, façam o favor de partilhar. Todos nós que queremos saber mais e divulgar o que se sabe agradecemos.

This is a time for pioneers, it’s not the first time i say this. And as in any time like this, discoveries are being made along the trail, so that others that follow have the cartography made, hardships signalized, and the benefit of someone else’s experience. For that to happen, we need people that can be both the student and the teacher.

New Journalism is being defined bit by bit by people who take risks, try and fail, until they succeed. The News Videographer has a post dedicated to some of these “newsroom heros”, that are trying to share all of their acquired knowledge with their colleagues or whoever might be interested.

If you have any links or resources where anyone can learn a bit more about multimedia journalism, please, do share. All of us that want to know more and share the knowledge thank you in advance.

Another self-starter helping others

I’ve written before about newsroom heros that take it upon themselves to learn video, and then decide they’re going to help others in their newsroom get up to speed too. Lisa Fernandez organized a training brownbag. Ron Sylvester created “DIY training.”

Now, along those same lines, Stephen of the Anchorage Daily News has created a crash course video handout for the reporters and photographers in his newsroom who are starting to learn video.

Here’s a PDF of the handout from his site, Beyond Alaska Photo.

Does anyone else have stories to share about how you are helping others in your newsroom learn video?


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O Fim das Teorias Científicas? Felizmente Não!


Num artigo que tem tanto de interessante como de preocupante, Chris Anderson, editor-chefe da Wired e autor de The Long Tail, afirma a sua crença de que a humanidade está a caminhar para uma situação em que as grandes, e pequenas, teorias científicas - das mais variadíssimas áreas do conhecimento - deixaram de ser importantes para o funcionamento da humanidade. Afirma Anderson que a crescente capacidade computacional existente levará a que cada vez menos sejam necessárias teorias explicativas de como as coisas ocorrem, será apenas necessário saber que ocorrem e ter as ferramentas disponíveis para prever a sua ocorrência.

Um dos exemplos usados por Chris Anderson é, como não poderia deixar de ser, o Google! Anderson sustenta a sua ideia em exemplos como a capacidade do tradutor disponibilizado pelo Google ser uma ferramenta eficiente, mas não perfeita, embora sem a necessidade de recorrer a uma teoria da linguagem para funcionar. Um simples algoritmo é suficiente para que seja possível uma tradução minimamente razoável de um texto de inglês para português. Ao longo da peça são apresentados outros exemplos para defender a ideia de que um sistema computacional capaz de analisar uma quantidade infindável de dados, mesmo tratando-se apenas de correlações estatísticas, será suficiente para o progresso humano. Nada mais errado!

Usando o exemplo da linguagem, por muito útil que seja uma ferramenta capaz de efectuar uma tradução básica numa utilização ocasional, caso se pretenda um trabalho mais correcto, ou mesmo aprender uma nova língua, será necessário aprender e perceber a teoria por detrás dessa linguagem, como sejam as regras gramaticais. O mesmo se suceder para qualquer outra área de conhecimento: embora seja útil dispor de ferramentas que nos permitam analisar e prever situações sem que consigamos perceber aquilo que está na sua origem, este é um tipo de conhecimento bastante limitado e que nos deixaria à mercê dessas ferramentas! Conseguir prever uma epidemia é bastante útil, mas se formos capazes de perceber o que causa esse surto e quais as condições facilitadoras para a sua propagação, estaremos limitados a assumir uma postura reactiva.

Já aqui tentei explicar a diferença entre correlação e causalidade, um facto que muita gente fora dos meios científicos tende a descurar. Por muito forte que seja a correlação entre dois fenómenos, e por muitas vezes que essa correlação se constate, é perfeitamente possível que ele ocorra porque, por exemplo, existe uma terceira variável em jogo. Conseguirmos constatar a existência de uma correlação, mas não sermos capazes de perceber o que a causa resultará num estado perpétuo de ignorância em que nos limitaremos a assistir à ocorrência de fenómenos sem sermos capazes de os interpretar. Além do mais, essa nossa ignorância impedir-nos-ia de aplicar conhecimentos a outras áreas e na inovação das tecnologias existentes. Se Newton se tivesse limitado a constatar que uma maçã quando cai de uma árvore fá-lo em direcção ao solo, anotando essa correlação, todo o conhecimento acerca da gravidade e as aplicações daí resultantes não teriam surgido!

Chris Anderson está errado em sugerir que esta nova era em que é possível analizar uma quantidade crescente de dados com cada vez menos recursos, significa o fim das teorias científicas! Significa por outro lado novas oportunidades para alargar os limites do conhecimento adquirido e a colocar à prova de uma forma ainda mais severa as teorias que se foram mantendo ao longo do tempo. O método científico continua a ser a melhor forma de conhecermos o Mundo que nos rodeia e instigar o progresso tecnológico e humano. As novas ferramentas disponíveis apenas virão reforçar a Ciência! Se a “teoria” de Anderson se confirmasse iríamos passar a viver num Mundo ignorante e sem capacidade crítica.

Congratulations Spain and Nike...

Alguns vídeos da Nike criados para a selecção espanhola durante o Euro 2008:





i want join the conversation!

O recente estudo conduzido pela ExpoTv vem reforçar a máxima do momento: Os consumidores querem realmente ter uma conversa com as marcas.
Nada de novo mas aqui ficam algumas conclusões que credibilizam algumas dass nossas "teorias":

- Consumers not only want to talk to brands, they want to establish a conversation: 55% of consumers want an ongoing dialogue with brands;

- Learning about new products in the pipeline is a top priority: Respondents were most anxious to talk to the product design (49%) department, followed by customer support (14%), marketing (14%) and pricing (13%);

- Positive brand experiences can generate word-of-mouth buzz: More than 60% of those polled said they tell 10 or more people about the products they like while a third tell 20 or more people;

- Listening leads to loyalty: 89% of respondents would feel more loyal to brands which invited them to participate in a feedback group, and 92 percent of those who have a positive experience communicating with a brand will recommend purchasing a product from that brand to someone they know;

- Consumers are open to engaging with the competition: 93 percent of consumers surveyed would be interested or very interested in communicating with competitive brands that expressed interest in their feedback if their first choice is not interested in hearing what they have to say...

Mas sendo dados espectaculares quando falam que apenas 55% dos consumidores querem estabelecer uma conversa com as marcas. Fica a questão... O que fazer com os tais 45% que ainda não querem entrar ao barulho das marcas???

Ver
http://blog.expotv.com/2008/06/30/why-brands-should-start-communicating-with-consumers/

Manuela e as agências de comunicação

O ódio de Manuela Ferreira Leite pelas agências de comunicação é tão incompreensível, quando o seu pai espiritual (Cavaco) foi eleito com a ajuda de uma.
Bastava ver a primeira semana pós-congresso na imprensa para perceber que, Manuela, na comunicação, sem protecção, vai ser neve num país tropical.
Os tempos são outros e até Cavaco Silva percebeu isso.

Links for 2008-06-27 [del.icio.us]

Design | Prémio Briefing

Design | Prémio Briefing

Prémio de referência no sector, organizado anualmente pelo jornal briefing. Dirigido a todos os Designers Gráficos e Ilustradores que, a título individual ou integrados em empresas, exerçam a sua actividade em Portugal (Continente e Regiões Autónomas), distingue as melhores criações de Design Gráfico Nacional.

clique na imagem para descarregar regulamento e ficha de inscrição

Microsoft | Goodbye Mr. Gates

Microsoft | Goodbye Mr. Gates

Business is good for you

Mr Gates had the good fortune to be perfectly suited for his time—but he is less well-equipped for the collaborative and fragmented era of internet computing. This does not diminish his achievement. Nor, as some would have it, does his philanthropy necessarily magnify it. Whatever the corporate-social-responsibility gurus say, business is a force for good in itself: its most useful contribution to society is making profits and products. Philanthropy no more canonises the good businessman than it exculpates the bad. In spite of his flaws, Mr Gates is one of the good kind. Some great industrialists, like Henry Ford, stick around even as the world moves on and their powers fail. Mr Gates, pragmatic to the end, is leaving at the top.

Bil Gates deixa a Microsoft longe dos objectivos que queria ver realizados. A nova idade da Internet e o aparecimento de novas realidades computacionais deixaram a Microsoft apeada. Resta saber se a monopolização dos desktops continuará a ser um trunfo para a companhia de Gates e se o seu departamento de investigação e desenvolvimento saberá congregar os geeks que, a pouco e pouco tem vindo a perder, de forma a conseguir dar um novo alento à companhia.

Mas Gates é, sobretudo, clarividente. Sabe apostar nas entradas e, pelos vistos, na saída. E sai em grande. E antes que a história possa julgar o que quer que seja, sai a tempo de se dedicar aos seus projectos filantrópicos, numa autêntica medida de controlo de danos.

Mas não é somente por esse prisma que Gates deve ser visto. À Microsoft devem-se avanços tecnológicos indiscutíveis, a par de uma forma inteiramente nova de trabalhar, em que as capacidades dos trabalhadores são a sua mais-valia, em detrimento da burocracia existente na maioria das organizações de porte igual ou mesmo inferior ao da Microsoft. A isso soube adicionar uma imagem de dinâmica permanente e descomprometimento com o status quo. A sua faceta filantrópica foi construida sob uma capa low-profile, muito em oposição ao mediatismo de outros que, embora igualmente empenhados, preferiram adoptar em proveito da própria imagem. Gates foi um dos primeiros gestores de topo a compreender e a fazer passar a mensagem de que as empresas existem para a sociedade, e não apenas para um grupo de accionistas. E soube explicar que o enriquecimento pessoal deve ser feito a par do investimento social.

Talvez sejam estas as principais causas redentoras da face mais negra da Microsoft e de Bill Gates, dependendo da forma como ele irá actuar de hoje em diante, o resultado do escrutínio histórico de tão controversa figura. A ver vamos e, até lá, «Good bye Mr. Gates. See you around.»

Vídeo na Web

UM POST indispensável sobre o negócio dos anúncios na Web.
 

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A crise nos EUA

UM MAPA impressionante, e em constante actualização, dos despedimentos na imprensa nos Estados Unidos durante este ano.

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Ideias | Empresa e Honestidade

Ideias | Empresa e Honestidade

Empresa e Honestidade surgem aqui como uma dicotomia, uma oposição tantas vezes verificada. Pego no brevíssimo apontamento do Helder Encarnação pois esta tem sido uma discussão recorrente, na qual a minha participação é, muitas das vezes, entendida como algo provocador, senão subversivo. Falo de uma ética e logo me caem em cima e me dizem «Get real!». Falo de transparência e logo me respondem «Vais dizer-lhes tudo, não?». Falo de conversa pública e a resposta é «Não deves ter mais nada que fazer…».

O apontamento do Helder Encarnação é importante, pois reflecte o que de mais importante deve ter a imagem de uma organização: a sua credibilidade, a sua boa reputação, num mundo global e com infinitas possibilidades de consulta, interacção, opinião. “Vender banha da cobra” já não é opção. Assim como não é opção omitir dados relevantes para o consumidor que poderão funcionar em situação de crise. Mas o que interessa, realmente, é a noção de honestidade, ser honesto.

Uma organização vive num mercado de vários e diferentes actores, com interesses diversos. A sua interacção com esses públicos deve pautar-se pela simplicidade e coerência, a par de uma mais que necessária transparência, tanta quanta a especificidade do negócio permita. A todos estes interessados deve ser dada informação fidedigna, acerca da qual não restem dúvidas, mesmo que esse tipo de informação não seja, momentaneamente, proveitoso para a organização. Se algo não está bem, não se deve pensar em transformá-lo noutra coisa qualquer. Deve-se, isso sim, adequar a forma de o transparecer a cada um dos públicos, salvaguardando a transparência e honestidade necessárias, não só a um possível controlo de danos, como também para satisfazer um direito básico dos actores, o do acesso a uma informação clara, límpida, não enganadora. Existem casos de sobra a atestar essa necessidade.

Num mundo global, como é o do mercado actual, o acesso à informação providenciada, não só pelas organizações, mas por todos os que com elas interagem ou acerca das quais têm uma opinião, é imediato. O posicionamento de uma organização neste novo mundo é complexo. Conceitos como imagem, identidade, missão e objectivos da organização são de extrema importância, tanto quanto o são a responsabilidade social e, por inerência, a transparência e honestidade em todos os processos de interacção organizacional e social.

As novas ferramentas e sistemas de comunicação permitem a auscultação dos pareceres do mercado e, nesse contexto, as acções, a atitude das empresas é avaliada sem dó nem piedade. O que dizem as organizações é comparável ao que fazem, de uma maneira nunca antes vista. Um problema num produto verificado na Ásia rapidamente é divulgado e as consequências podem ser verificadas na Europa ou na América. Não adianta, por isso, tentar “dar a volta” aos parceiros, trabalhadores e consumidores.

Neste tipo de sociedade actual em que vivemos e interagimos online e em tempo real, torna-se muito mais importante estabelecer parâmetros que permitam, não dizer ao público o que pensar mas, sobretudo, dizer-lhes no que pensar. A opinião que os públicos tomarão acerca das organizações será pautada pela atitude a acção destas e não pela manipulação das verdades inventadas ao gosto da necessidade. Uma atitude destas, não só tornará o mercado mais transparente e honesto, provocando uma opinião favorável, como obrigará as organizações a aprimorarem a qualidade dos seus produtos e serviços, como forma de diferenciação.

Excellent HBR piece challenging the Long Tail

lt-hbr

Anita Elberse, a Harvard Business School associate professor, has a really interesting article in the new Harvard Business Review that analyzes some Long Tail data and challenges some of the theory's predictions. Based on Rhapsody music data and DVD rental data from an Australian Netflix clone called Quickflix, she concludes that the blockbusters are not losing share to the long tail of niche products in those markets; indeed, they're gaining it. She writes:

Although no one disputes the lengthening of the tail (clearly more obscure products are being made available for purchase every day), the tail is likely to be extremely flat and populated by titles that are mostly a diversion for consumers whose appetite for true blockbusters continues to grow.

That's surprising (not least to me), and now that I've had a chance to give the paper a quick read, let me jot down some quick thoughts on why Elberse (who I collaborated with on some of my research and respect highly) would come to such different conclusions than I do.

Let me start by saying that the paper looks rock solid and I'm sure her analysis is accurate. But there is a subtle difference in the way we define the Long Tail, especially in the definitions of "head" and "tail", that leads to very different results.

The best example of this is in what she describes as a growing "concentration" of sales around a relatively small number of blockbuster titles. In the Rhapsody data, she finds, the top 10% of titles (out of more than a million in that data sample) accounted for 78% of all plays, and the top 1% account for 32% of all plays. That sounds pretty concentrated around the head, until you reflect, as she notes, that "one percent of a million is still 10,000--[...]equal to the entire music inventory of a typical Wal-Mart store."

This is a good moment to remind everyone of the normal definition of "head" and "tail" in entertainment markets such as music. "Head" is the selection available in the largest bricks-and-mortar retailer in the market (that would be Wal-Mart in this case). "Tail" is everything else, most of which is only available online, where there is unlimited shelf space.

So in the data she cites, the head of the online music market represents 32% of the all plays, and the tail represents 68%.  That's certainly no challenge to the Long Tail theory; indeed, it's even more tail-heavy than the data I cited in my book (probably because I used a more generous estimate of 50,000 tracks for Wal-Mart's inventory).

She then looks at Quickflix data. Here the top 10% of DVDs accounts for 48% of all rentals, and the top 1% accounts for 18%. "The concentration [of sales around the blockbusters] is not as strong as Rhapsody, but it's still substantial," she writes.

But here, too, the use of percentages misleads. Quickflix had 18,000 titles at the time of the research, compared to the average Blockbuster's 3,000 titles--there's only a factor of six between their inventories, as opposed to a factor of 100 in the Wal-Mart/Rhapsody comparison. If you look at her chart, you'll see that the top 3,000 titles (ie, the amount equal to Blockbuster's inventory, or the "head") accounts for 70% of rentals and the "tail" accounts for just 30%, making it more concentrated on the head than Rhapsody, not less. (BTW, I calculated almost exactly the same split for Netflix in the book.)

My point is not to suggest that Elberse is wrong and that I'm right, it's only to point out that different definitions of what the Long Tail is, from "head" to "tail", will generate wildly different results.

Anyway, it's getting late and I just wanted to highlight a few other interesting data points and conclusions from her article:

  • Much of the paper is about consumer satisfaction in the head vs tail. In the Quickflix data, she says, "customers give lower ratings to obscure titles...it is a myth that obscure books, films and songs are treasured. What consumers buy in Internet channels is much the same as what they have always bought." That may be true for the specific example of the Australian DVD data, but it is not clear from the paper why she feels able to extrapolate that to all Internet commerce.
  • The heaviest DVD renters were the most likely to venture into the tail; light consumers largely concentrated on the hits.
  • In music, of the 2.4 million digital tracks sold in 2007 in the US (most of them through iTunes) 24% sold only one copy and 91% sold fewer than 100 copies.

And there are pages and pages of other nuggets like this. It's an excellent article, and although I don't agree with all the conclusions, I'm delighted to see research of this rigor on the topic. Recommended.

Internet | Marcas Poderão Ser Domínios

Internet | Marcas Poderão Ser Domínios

27 de Junho de 2008
por Rodrigo Leite

A ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers) aprovou ontem a criação de novos domínios de internet, oferecendo a possibilidade às marcas de registar os seus nomes como domínios de internet, em vez do habitual .com.
Também as cidades podem personalizar os seus próprios domínios, como por exemplo, .nyc para Nova Iorque. Desta forma, vai ser possível criar domínios com qualquer combinação de letras e números, dentro de certos parâmetros. Estas mudanças devem originar uma nova geração de nomes, como por exemplo a possibilidade da Coca-Cola comprar o domínio .coke, ou a indústria do sexo competir pelo domínio .sex ou .xxx. Segundo a Brand Republic, registar um domínio pode custar entre 60 mil e 300 mil euros. As propostas vão começar a ser aceites a partir de Abril de 2009, para os novos domínios começarem a ser aplicados no final desse mesmo ano. “Esta é a maior mudança para a maneira como as pessoas se encontram na internet desde a sua concepção”, afirmou Paul Twomey, presidente da ICANN, à Brand Republic.

Marcas poderão ser domínios na internet

A ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers) aprovou ontem a criação de novos domínios de internet, oferecendo a possibilidade às marcas de registar os seus nomes como domínios de internet, em vez do habitual .com. Também as cidades podem personalizar os seus próprios domínios, como por exemplo, .nyc para ...

Media | Direcção da Men’s Health

Media | Direcção da Men's Health

O actor Pedro Lima não será director da Men’s Health, mas sim director-executivo, como retorno da divulgação do facto de não possuir carteira de jornalista ou equiparado para o exercício do cargo máximo da publicação.

O actor não tem planos de conseguir a referida carteira, preferindo ficar livre do regime de incompatibilidades da CCPJ (Comissão da Carteira Profissional de Jornalista), o que lhe permitirá a participação em campanhas publicitárias.

Assim, a responsabilidade máxima da Men’s Health caberá a Alberto Saborido que, como conselheiro editorial, acumulará funções com a direcção da edição espanhola, ficando Pedro Lucas e Sandra Maurício como sub-directores.  Segundo Sandra Maurício, citada pela Meios & Publicidade, «Pedro Lima é a personificação do homem Men’s Health e será a ponte entre os leitores, a revista e a redacção.»

A dança das cadeiras acaba assim, com uma revista sem cargo de director, coisa obrigatória à vista da Lei da Imprensa. Por isso, quem souber, que responda ao António Granado. Eu cá não sou jornalista e até acho que tenho mais jeito para capa de revista, ou ponte, ou director-executivo.

Who's more trustworthy--traditional media or bloggers?

By Trevor Jonas

OK, so the headline is admittedly a bit sensational, but it got you reading, didn't it? I've been meaning to share some observations and thoughts on the changing media landscape for a while, but just haven't gotten around to it. Until now.

Over the years, so much has been written about the rise of the blogosphere and what, if any, impact it would have on traditional media. As people in the world of communications, we've obviously been watching that trend quite closely. Today, at least for the organizations I work with on a regular basis, it is a given that both traditional media and certain folks in the blogosphere are each important constituencies to be engaged with on a regular basis.

What I find interesting is that many companies who haven't yet taken the baby-step of engaging with (or in) the blogosphere seem to still be gripped with a fear that they'd be entering the wild west. Loss of control. No editorial principles. Bloggers can't be trusted. These are things I hear all the time. Those very comments are why I've found a couple recent situations I've been involved in to be quite interesting.

In the past three months I've had, on two separate occasions, a client launching a major product/service/update. In each instance, the strategy was to engage both traditional media and several of the top tech blogs. In each instance there was a clear embargo put in place with everyone required to agree to it in writing (I know, embargoes suck, I agree. But sometimes we've just gotta do it, so save me the griping on that one). The kicker? In each instance, a traditional media outlet broke the embargo (which they had agreed to in writing) and ran the story early. Naturally, the bloggers and other outlets were not happy.

When it happened once, I thought OK, isolated instance. Not cool, but we'll deal with it. After the second time, I can't help but wonder if the mainstream media is really starting to feel the pressure of being scooped by some of the top blogs.

Perhaps these incidents are their way of reacting to a lessened influence? Maybe the mainstream media cannot be trusted? What do you think?

JC Penney | O Vídeo da Vergonha

A Saatchi & Saatchi ganhou um Leão de Bronze em Cannes pelo seu anúncio JC Penney Speed Dressing, pelo que foi congratulada por todos, menos pelo cliente pois, aparentemente, a JC Penney jamais teria aprovado o spot.

Os representantes da JC Penney estão preocupados com o vídeo que circula no Youtube pois este parece levar a crer que a JC Penney apoia o sexo adolescente, culpando a companhia de publicidade Saatchi & Saatchi por esse facto.

Adenda a 27.06, 11:10: o vídeo acima parece ter deixado de estar disponível. No entanto, encontro um a funcionar no Will It Brand. Chéquiráut.

 
 

Notas

Manhã Submersa

em problemas para resolver. Estão por toda a parte. No Google, no meu blogue, no meu e-mail... começo a pensar que o verdadeiro problema sou eu...

Criado por Carlos José Teixeira 9 May 2008 at 9:23. Última atualização de Carlos José Teixeira 9 May.

hasta Mañana!

A ver se com algumas novidades...

Criado por Carlos José Teixeira 8 May 2008 at 19:53. Última atualização de Carlos José Teixeira 8 May.

Back in Business!

Mais uma viagem, mais uma corrida!

Criado por Carlos José Teixeira 8 May 2008 at 11:41. Última atualização de Carlos José Teixeira 8 May.

Going Out...

back tomorrow...

Criado por Carlos José Teixeira 7 May 2008 at 16:50. Última atualização de Carlos José Teixeira 7 May.

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Welcome to Notes.

Criado por Carlos José Teixeira 6 May 2008 at 12:08. Última atualização de Carlos José Teixeira 6 May.

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